Prazer! Meu nome é Juan, tenho 19 anos e resido em São Paulo - SP.
Gosto de coisas naturais, viver artes da vida e procuro escrever uma nova história. Adoro/faço teatro e canto.

"Ele é tudo pra mim, eu amo ele e ele nunca soube, é um amor em segredo, porém, possivelmente eu não possa te-lo ao meu lado, talvez ele não me queira, talvez ele não me note, talvez ele não exista..."

Não sou a melhor pessoa do mundo, mas luto todos os dias para ser.

Ficou curioso? É só ir descobrindo aos poucos!

XOXO
theme by umapequenapoeta & sabedorias, detalhes +
Don't try to tell me what to do
Don't try to tell me what to say
Just for you


A vida é uma trilha continua e extensa, muitas vezes queremos parti-la ao meio sem o menor consentimento, um extinto a partir da frieza; o vazio.A ambição faz parte, a cautela é um complemento, a astúcia e a ganância fazem a oscilação entre o bom e o ruim, o certo e o errado, o bom e o mal. As vezes me perguntava as razões das minhas ações, dos meus pensamentos, do meu ser; muitas vezes me olhei no espelho e vi o reflexo de um crânio recheado de massa encefálica, mas minha identidade, por alguma razão já não existia.Rabiscando numa folha qualquer, desenhei simplesmente coisas incompletas, muitas coisas, dentre elas desenhei uma casa pela metade, um carro pela metade, pessoas pela metade, e percebi que minha astúcia só era suficiente para metade dos meus desejos; refleti o quanto pude receber em comparação ao que tinha, e o que tive em comparação ao que necessitava, e em ambas partes, senti tal ausência que me causou repulsa pessoal, um intrigamento interno e confidencial.Lembro-me de memórias passadas que vem e vão, caindo como folhas secas no outono, que simplesmente se chocam ao contato mais leve do chão; lembro-me de como era bom aquilo que poderia ter sido e não foi, aquele passo que deveria ter sido tomado na direção paralela ao que você tomou, e agora você vira o caminho, dá a primeira curva e simplesmente perde o campo visual daquele outro campo, é tarde demais.Só queria saber onde eu quero chegar com tudo isso, vivendo uma vida ilusória, sendo quem eu sempre desprezei, guardando minha única e apagada identidade dentro de um baú, fundo, escuro, empoeirado, e deixando ela mofar, apodrecer, até porque qual a necessidade de ser exclusivo num mundo em série?O telefone toca, é alucinante. As engrenagens atritam, é irritante. O vapor sufoca, a luz cega, o abraço quebra, o beijo desmorona.As vezes tenho a impressão de que estou sozinho, por mais que esteja acompanhado; até sou capaz de compreender que isso pode ser uma ilusão qualquer, como um fantasma que aparece após anos; mas creio que os piores fantasmas são aqueles criados por nós mesmos.

A vida é uma trilha continua e extensa, muitas vezes queremos parti-la ao meio sem o menor consentimento, um extinto a partir da frieza; o vazio.
A ambição faz parte, a cautela é um complemento, a astúcia e a ganância fazem a oscilação entre o bom e o ruim, o certo e o errado, o bom e o mal. As vezes me perguntava as razões das minhas ações, dos meus pensamentos, do meu ser; muitas vezes me olhei no espelho e vi o reflexo de um crânio recheado de massa encefálica, mas minha identidade, por alguma razão já não existia.
Rabiscando numa folha qualquer, desenhei simplesmente coisas incompletas, muitas coisas, dentre elas desenhei uma casa pela metade, um carro pela metade, pessoas pela metade, e percebi que minha astúcia só era suficiente para metade dos meus desejos; refleti o quanto pude receber em comparação ao que tinha, e o que tive em comparação ao que necessitava, e em ambas partes, senti tal ausência que me causou repulsa pessoal, um intrigamento interno e confidencial.
Lembro-me de memórias passadas que vem e vão, caindo como folhas secas no outono, que simplesmente se chocam ao contato mais leve do chão; lembro-me de como era bom aquilo que poderia ter sido e não foi, aquele passo que deveria ter sido tomado na direção paralela ao que você tomou, e agora você vira o caminho, dá a primeira curva e simplesmente perde o campo visual daquele outro campo, é tarde demais.
Só queria saber onde eu quero chegar com tudo isso, vivendo uma vida ilusória, sendo quem eu sempre desprezei, guardando minha única e apagada identidade dentro de um baú, fundo, escuro, empoeirado, e deixando ela mofar, apodrecer, até porque qual a necessidade de ser exclusivo num mundo em série?
O telefone toca, é alucinante. As engrenagens atritam, é irritante. O vapor sufoca, a luz cega, o abraço quebra, o beijo desmorona.
As vezes tenho a impressão de que estou sozinho, por mais que esteja acompanhado; até sou capaz de compreender que isso pode ser uma ilusão qualquer, como um fantasma que aparece após anos; mas creio que os piores fantasmas são aqueles criados por nós mesmos.

Posted 5 May 2014, 2 months ago · Reblog


Nunca pensei que pudesse chegar onde cheguei. É meio escuro aqui, eu ando e tenho medo de esbarrar em alguma coisa, isso acontece todo momento, em outras palavras digamos que eu estou inseguro todo tempo nesse local desconhecido, atordoado ou com algum tipo de medo, nem sei bem o que é esse sentimento, só sei que ele não é bom.Neste lugar existe uma espécie de parede onde eu me debruço parte do tempo, é o único lugar dessa escuridão que me sinto seguro e sei que não irei cair dentro de um buraco a qualquer momento; e apesar de áspera e velha, essa parede é a única coisa que me segura do vazio, creio que se ela vier a quebrar, irei cair em um lugar irretornável, onde a memória e a lembrança não fazem parte do conjunto.Ao longe vejo um vulto que vem em minha direção, suas características físicas são impossíveis de serem observadas e inenarráveis, já que ele está contra a pouca luz que invade esse local. Ele anda calmamente e ao observá-lo me sinto seguro, por um instante feliz e penso que talvez esteja a salvo pra sempre, que talvez surja alguém que vai me tirar daqui ou pelo menos me confortar. Ele anda, anda, anda e nunca chega, por mais que ele venha sempre está longe, e por isso ainda continuo sem vê-lo, sem saber sua forma física, sua face, seu corpo, seu semblante. Eis que aos poucos ele continua caminhando mas vai desaparecendo, como a fumaça em contato com o ar, ele evapora e se desintegra, em partículas de esperanças que se vão e se vão, até que tudo some.Sabe, todos os dias ele volta, faz o mesmo ritual mas some exatamente no mesmo lugar. Eu nunca vou até ele porque tenho medo de me machucar, tenho medo de pisar em falso e cair num vazio profundo e imenso, de nadar nas profundezas do tormento e da amargura, me afogar na aflição e na desgraça.Todos os dias eu acordo e grito a mim mesmo: FORÇA, VOCÊ PODE IR ATÉ LA SEM SE MACHUCAR, VOCÊ PODE SAIR DESSE LUGAR, mas há algo que fala mais forte, uma força que eu não sei de onde vem e não sei como toma força, mas ela me segura, suas garras são fortes o bastante para me manter isolado e eu retorno a me debruçar sobre a parede.Isso chega a ser tão surreal quanto estar num pesadelo, quanto fazer parte de uma outra dimensão que você sequer sabe que existe. Espero que eu desperte logo, antes que seja tarde.

Nunca pensei que pudesse chegar onde cheguei. É meio escuro aqui, eu ando e tenho medo de esbarrar em alguma coisa, isso acontece todo momento, em outras palavras digamos que eu estou inseguro todo tempo nesse local desconhecido, atordoado ou com algum tipo de medo, nem sei bem o que é esse sentimento, só sei que ele não é bom.
Neste lugar existe uma espécie de parede onde eu me debruço parte do tempo, é o único lugar dessa escuridão que me sinto seguro e sei que não irei cair dentro de um buraco a qualquer momento; e apesar de áspera e velha, essa parede é a única coisa que me segura do vazio, creio que se ela vier a quebrar, irei cair em um lugar irretornável, onde a memória e a lembrança não fazem parte do conjunto.
Ao longe vejo um vulto que vem em minha direção, suas características físicas são impossíveis de serem observadas e inenarráveis, já que ele está contra a pouca luz que invade esse local. Ele anda calmamente e ao observá-lo me sinto seguro, por um instante feliz e penso que talvez esteja a salvo pra sempre, que talvez surja alguém que vai me tirar daqui ou pelo menos me confortar. Ele anda, anda, anda e nunca chega, por mais que ele venha sempre está longe, e por isso ainda continuo sem vê-lo, sem saber sua forma física, sua face, seu corpo, seu semblante. Eis que aos poucos ele continua caminhando mas vai desaparecendo, como a fumaça em contato com o ar, ele evapora e se desintegra, em partículas de esperanças que se vão e se vão, até que tudo some.
Sabe, todos os dias ele volta, faz o mesmo ritual mas some exatamente no mesmo lugar. Eu nunca vou até ele porque tenho medo de me machucar, tenho medo de pisar em falso e cair num vazio profundo e imenso, de nadar nas profundezas do tormento e da amargura, me afogar na aflição e na desgraça.
Todos os dias eu acordo e grito a mim mesmo: FORÇA, VOCÊ PODE IR ATÉ LA SEM SE MACHUCAR, VOCÊ PODE SAIR DESSE LUGAR, mas há algo que fala mais forte, uma força que eu não sei de onde vem e não sei como toma força, mas ela me segura, suas garras são fortes o bastante para me manter isolado e eu retorno a me debruçar sobre a parede.
Isso chega a ser tão surreal quanto estar num pesadelo, quanto fazer parte de uma outra dimensão que você sequer sabe que existe. Espero que eu desperte logo, antes que seja tarde.

Posted 7 February 2014, 5 months ago · 4 notes · Reblog

Posted 6 February 2014, 5 months ago · 386 notes · Reblog
originally mutilated-girl · via: mutilated-girl


Hoje confesso que não tenho muito o que escrever; aliás, nem sei porque escrevo agora, a entediante e mesma história de sempre: colocar no abstrato partes do cotidiano e relacioná-las aos seus sentimentos, com  - a última esperança - de que alguém as leia, e acima disso, de que alguém se importe; quase implorar por um minuto de atenção em meio à multidão.Talvez o motivo de que eu valorize tanto as amizades é o medo de perdê-las, o medo de saber que nunca vou poder contar 100% com alguém sempre, até porque, não conto 100% com ninguém, nem pra ler esses rabiscos sentimentais expressados por um adolescente de 19 anos.Quem deveria ser uma base de segurança se torna vulnerável a qualquer peso, podendo desmoronar a qualquer momento. Sempre penso na auto-destruição e creio que ela seria benéfica - especialmente no meu caso, pessoal -, mas eu não a executo simplesmente por pudor e por medo dos meus estilhaços, que de uma forma ou outra acertariam fatalmente os que estão presentes no ciclo que me ronda. Me sinto como uma roleta russa, que a qualquer hora pode disparar contra qualquer um, a diferença é que eu sou forte o suficiente para não apertar o gatilho (por enquanto). Essa minha bela e idiota mania de colocar os outros à minha frente, em pensar primeiramente no próximo e esquecer que eu existo. Fico pensando seriamente na minha existência, no que fazer agora, no que pensar, em como eu simplesmente desapareço todas as noites, como uma simples fumaça de um cigarro em contato com o ar de uma grande cidade. Eu gostaria apenas de entender o porque isso acontece, sempre, como um ciclo.Sabe, cada vez menos eu quero sair de casa, cada vez menos eu quero contato com as pessoas, cada vez menos eu quero falar com a minha própria família, cada vez menos eu quero viver. Sinto que estou num reservatório oculto e reservado, escuro e não aberto a visitas. Tudo é tão difícil, tudo é tão complicado, a medida que vamos vivendo, enfrentamos fortes crises que eu simplesmente tento guardá-las as 7 chaves dentro do meu peito, dentro da minha mente, mesmo que isso exploda e me deixe louco.Hora ou outra me bate uma vontade de deixar um testamento, algo do tipo, como se fosse uma carta de despedida ou similar; hora ou outra eu simplesmente queria deitar e dar a mão à morte, vagar pelo universo afora e quebrar todos os tabus, sanar todas as dúvidas e excluir todos os sentimentos.Sou um artista, a arte do nada, não sou nada, não posso nada, não quero nada, não busco nada.

Hoje confesso que não tenho muito o que escrever; aliás, nem sei porque escrevo agora, a entediante e mesma história de sempre: colocar no abstrato partes do cotidiano e relacioná-las aos seus sentimentos, com  - a última esperança - de que alguém as leia, e acima disso, de que alguém se importe; quase implorar por um minuto de atenção em meio à multidão.

Talvez o motivo de que eu valorize tanto as amizades é o medo de perdê-las, o medo de saber que nunca vou poder contar 100% com alguém sempre, até porque, não conto 100% com ninguém, nem pra ler esses rabiscos sentimentais expressados por um adolescente de 19 anos.
Quem deveria ser uma base de segurança se torna vulnerável a qualquer peso, podendo desmoronar a qualquer momento. Sempre penso na auto-destruição e creio que ela seria benéfica - especialmente no meu caso, pessoal -, mas eu não a executo simplesmente por pudor e por medo dos meus estilhaços, que de uma forma ou outra acertariam fatalmente os que estão presentes no ciclo que me ronda. Me sinto como uma roleta russa, que a qualquer hora pode disparar contra qualquer um, a diferença é que eu sou forte o suficiente para não apertar o gatilho (por enquanto). Essa minha bela e idiota mania de colocar os outros à minha frente, em pensar primeiramente no próximo e esquecer que eu existo. Fico pensando seriamente na minha existência, no que fazer agora, no que pensar, em como eu simplesmente desapareço todas as noites, como uma simples fumaça de um cigarro em contato com o ar de uma grande cidade. Eu gostaria apenas de entender o porque isso acontece, sempre, como um ciclo.

Sabe, cada vez menos eu quero sair de casa, cada vez menos eu quero contato com as pessoas, cada vez menos eu quero falar com a minha própria família, cada vez menos eu quero viver. Sinto que estou num reservatório oculto e reservado, escuro e não aberto a visitas. Tudo é tão difícil, tudo é tão complicado, a medida que vamos vivendo, enfrentamos fortes crises que eu simplesmente tento guardá-las as 7 chaves dentro do meu peito, dentro da minha mente, mesmo que isso exploda e me deixe louco.
Hora ou outra me bate uma vontade de deixar um testamento, algo do tipo, como se fosse uma carta de despedida ou similar; hora ou outra eu simplesmente queria deitar e dar a mão à morte, vagar pelo universo afora e quebrar todos os tabus, sanar todas as dúvidas e excluir todos os sentimentos.
Sou um artista, a arte do nada, não sou nada, não posso nada, não quero nada, não busco nada.

Posted 29 January 2014, 5 months ago · 1 note · Reblog

Como a senhora pode ver, estive novamente em sua biblioteca e destruí um de seus livros. É que eu estava com tanta raiva e tanto medo, que quis matar as palavras. Adoro este lugar e o odeio, porque ele é cheio de palavras. Obrigada, mais uma vez.
A Menina que Roubava Livros. (via theuraltalk)

(Source: trecho-de-livros)



São exatamente 06:26 da manhã, ainda não consegui dormir mesmo tomando dois antidepressivos/calmantes. Minha cabeça gira, confusa, perdida. A única coisa que consigo fazer é ouvir uma música: Yes - Soon, e uma frase me martela de forma constante na mente “a reason to be here”.Estou angustiado, somente vagando nos mais profundos e insanos maus pensamentos, somente pensando na minha querida e desejada morte.Muitos dizem que eu sou fraco ou pessimista por isso, mas o que posso fazer se todas as evidências apontam unicamente neste fato?As vezes eu nem queria ter nascido, eu nem queria viver neste mundo injusto, eu não queria ser julgado, eu não queria implorar por um pouco de atenção ou de amor.Não é suicídio quando você está preparado para morrer ou morto por dentro.Caí, o barulho da minha adaga contra o solo após soltá-la é claro, é alto, é estridente. Caio de joelhos contra o solo áspero e impiedoso, caio contra minhas próprias energias, vou de acordo com minha própria gravidade.Sabe, isso é tão forte e tão cruel que não consigo expor em pequenas palavras tampouco em longos textos.Eu nunca quis o mal de alguém, acho que só o meu próprio. Eu coloquei fogo na chuva, pra chover e queimar tudo. Eu coloquei lâminas no vento, para cortar tudo. Eu coloquei ácido na terra, pra corroer o solo ou o que nele ousar tocar. Eu coloquei água no fogo pra afogar na profunda dor infernal.Eu queria ter sido um pouco mais correto, um pouco mais de acordo com os padrões, não exatamente os sociais; e sim os meus mesmo, mas nem isso sou/fui capaz de fazer. Quem diria, eu que aparentemente sou tão forte e internamente sou tão fraco. Eu espero por algo que nem sei o que é. Minha cabeça doí, há algo dentro do meu ser que precisa ser expelido, há algo que vem de dentro e me machuca, me corrói, me rasga, me destrói.Eu só queria viver em prol de algo, de alguém, fazer alguma diferença na vida de uma pessoa ou na natureza; até entendo que eu faço uma pequena diferença na vida de uma mísera minoria de pessoas, mas não é o bastante; não me completa; não completa meu vácuo interno; não me satisfaz.Me sinto rejeitado; porque eu sou rejeitado. Acho que neste momento não há nada nem ninguém que possa me auxiliar ou me tirar deste estado, conselhos e palavras não bastarão para montar meu quebra cabeça. Eu queria chorar mas não consigo. A quem estou tentando enganar? Pra onde estou tentando fugir? Aceite, só isso, aceite.Eu precisava tanto de você agora, mas sequer sei quem você é, sequer sei onde você está, sequer sei se você existe. Isso acontece o tempo todo. O fim de todas as coisas, vejo tudo virando uma cortina de pó, que faz um muro e impede eu ver o pós-mundo, o fim. Por um ponto final talvez seja a melhor opção. Me criticar ou fazer acusações neste momento não fará diferença alguma, disto eu tenho absoluta certeza. Sinto o sangue pulsar nas minhas veias, sinto meus neurônios explodirem de desgosto, sinto minha incapacidade aflorar e tomar forma, cheiro e características. Isso de forma alguma alterará algo ou trará algum malefício, eu só queria saber o que significa essa grande caixa de objetos humanos que sacode e chacoalha sem motivo.

São exatamente 06:26 da manhã, ainda não consegui dormir mesmo tomando dois antidepressivos/calmantes. Minha cabeça gira, confusa, perdida. A única coisa que consigo fazer é ouvir uma música: Yes - Soon, e uma frase me martela de forma constante na mente “a reason to be here”.

Estou angustiado, somente vagando nos mais profundos e insanos maus pensamentos, somente pensando na minha querida e desejada morte.
Muitos dizem que eu sou fraco ou pessimista por isso, mas o que posso fazer se todas as evidências apontam unicamente neste fato?
As vezes eu nem queria ter nascido, eu nem queria viver neste mundo injusto, eu não queria ser julgado, eu não queria implorar por um pouco de atenção ou de amor.
Não é suicídio quando você está preparado para morrer ou morto por dentro.

Caí, o barulho da minha adaga contra o solo após soltá-la é claro, é alto, é estridente. Caio de joelhos contra o solo áspero e impiedoso, caio contra minhas próprias energias, vou de acordo com minha própria gravidade.
Sabe, isso é tão forte e tão cruel que não consigo expor em pequenas palavras tampouco em longos textos.
Eu nunca quis o mal de alguém, acho que só o meu próprio. Eu coloquei fogo na chuva, pra chover e queimar tudo. Eu coloquei lâminas no vento, para cortar tudo. Eu coloquei ácido na terra, pra corroer o solo ou o que nele ousar tocar. Eu coloquei água no fogo pra afogar na profunda dor infernal.

Eu queria ter sido um pouco mais correto, um pouco mais de acordo com os padrões, não exatamente os sociais; e sim os meus mesmo, mas nem isso sou/fui capaz de fazer. Quem diria, eu que aparentemente sou tão forte e internamente sou tão fraco. Eu espero por algo que nem sei o que é. Minha cabeça doí, há algo dentro do meu ser que precisa ser expelido, há algo que vem de dentro e me machuca, me corrói, me rasga, me destrói.
Eu só queria viver em prol de algo, de alguém, fazer alguma diferença na vida de uma pessoa ou na natureza; até entendo que eu faço uma pequena diferença na vida de uma mísera minoria de pessoas, mas não é o bastante; não me completa; não completa meu vácuo interno; não me satisfaz.

Me sinto rejeitado; porque eu sou rejeitado. Acho que neste momento não há nada nem ninguém que possa me auxiliar ou me tirar deste estado, conselhos e palavras não bastarão para montar meu quebra cabeça. Eu queria chorar mas não consigo. A quem estou tentando enganar? Pra onde estou tentando fugir? Aceite, só isso, aceite.

Eu precisava tanto de você agora, mas sequer sei quem você é, sequer sei onde você está, sequer sei se você existe. Isso acontece o tempo todo. O fim de todas as coisas, vejo tudo virando uma cortina de pó, que faz um muro e impede eu ver o pós-mundo, o fim. Por um ponto final talvez seja a melhor opção. Me criticar ou fazer acusações neste momento não fará diferença alguma, disto eu tenho absoluta certeza. Sinto o sangue pulsar nas minhas veias, sinto meus neurônios explodirem de desgosto, sinto minha incapacidade aflorar e tomar forma, cheiro e características. Isso de forma alguma alterará algo ou trará algum malefício, eu só queria saber o que significa essa grande caixa de objetos humanos que sacode e chacoalha sem motivo.

Posted 23 January 2014, 6 months ago · Reblog

Posted 5 January 2014, 6 months ago · 255 notes · Reblog
originally cactioftheocean · via: cactioftheocean


"Tem dias que a gente se sente como quem partiu ou morreu". Lugares, pessoas, ocasiões e circunstâncias; palavras que estão presentes o tempo todo em nossas vidas e em nosso cotidiano, na qual por um momento passa-me uma ideia de assemelhação da situação com o marketing, que de tão presente no dia a dia faz com que nosso cérebro se programe para se sentir oprimido e ignorado.Há dias em que levantamos do colchão ou nos pegamos observando o luar, aquela velha e pertinente questão permanece em nossas mentes: o que eu estou fazendo aqui? o que devo fazer aqui? pra onde irei? este é o futuro/presente que eu realmente quis? O tempo todo nos pegamos planejando nossos futuros, pensando em como gostaríamos de viver daqui dez ou vinte anos; todavia esquecemos completamente de viver o presente, sendo que passado esses dez ou vinte anos, ainda assim continuaremos planejando em como gostaríamos de viver nos próximos dez ou vinte anos, até que a morte encerre este ciclo.Não sei muito bem o que pensar das pessoas em um todo, sinto-me numa terra cheia de pessoas vazias. O vazio interno que corrói e angustia , arranca lágrimas e implora por suspiros desesperados. Uma lágrima quente e vermelha como sangue sempre cai, e junto com ela, um pedaço do monstruoso sentimento ominoso que habita em nossos corações. Um suspiro quente e longo como a brisa do mar, é a única forma de se encontrar."Todo dia ela chega em casaE se pergunta: O que é que eu tô fazendo aqui?Todo dia chega do trabalhoOlha pro lado sem saber pra onde ir”Todos os dias ao sair na rua me encontro totalmente espavorido e amedrontado, inerte e inseguro com o que poderei encontrar ou me deparar. As vezes sinto vontade de chorar, correr e chorar como se não houvesse fim, as vezes penso em estar vivenciando o próprio inferno em estado. O que significa tudo isso?Eu só me imagino em um final feliz mas não exatamente aqueles dos filmes, imagino amor entre as pessoas, uma terra de adoração ou um espaço livre de criação e arte. Imagino pessoas amando pessoas, lagoas e praias, danças típicas, cachoeiras e luais, roupas bordadas e boas energias. Imagino um pai ensinando o filho a nadar, ao invés de ensiná-lo como explorar o próximo ou como julgar a aparência física de outra pessoa, imagino um mundo sem obrigações onde tudo é feito por gosto e prazer, um mundo onde a boa vontade e a alegria tomam espaço, extinguindo totalmente a raiva e o ódio, imagino o mundo que estava programado para ter sido, imagino nada mais do que o mundo que estava pré determinado, antes “deles” alterarem o roteiro, tudo por individualismo e ego."Mas nada vai conseguir mudar o que ficouQuando penso em alguém só penso em vocêE aí, então, estamos bem”Eu sempre tive um sonho: prezar o amor entre amigos e familiares, apesar de não identificar muito bem o significado do amor e o que isso tudo representa na nossa vida. Sinto que parte do que eu preciso não está aqui, por mais que “eles” estejam comigo e por mais que eu tenha tudo o que queira, ainda assim não me sinto completo."Se meus joelhosNão doessem maisDiante de um bom motivoQue me traga féQue me traga fé”

"Tem dias que a gente se sente como quem partiu ou morreu". Lugares, pessoas, ocasiões e circunstâncias; palavras que estão presentes o tempo todo em nossas vidas e em nosso cotidiano, na qual por um momento passa-me uma ideia de assemelhação da situação com o marketing, que de tão presente no dia a dia faz com que nosso cérebro se programe para se sentir oprimido e ignorado.
Há dias em que levantamos do colchão ou nos pegamos observando o luar, aquela velha e pertinente questão permanece em nossas mentes: o que eu estou fazendo aqui? o que devo fazer aqui? pra onde irei? este é o futuro/presente que eu realmente quis?
O tempo todo nos pegamos planejando nossos futuros, pensando em como gostaríamos de viver daqui dez ou vinte anos; todavia esquecemos completamente de viver o presente, sendo que passado esses dez ou vinte anos, ainda assim continuaremos planejando em como gostaríamos de viver nos próximos dez ou vinte anos, até que a morte encerre este ciclo.
Não sei muito bem o que pensar das pessoas em um todo, sinto-me numa terra cheia de pessoas vazias. O vazio interno que corrói e angustia , arranca lágrimas e implora por suspiros desesperados. Uma lágrima quente e vermelha como sangue sempre cai, e junto com ela, um pedaço do monstruoso sentimento ominoso que habita em nossos corações. Um suspiro quente e longo como a brisa do mar, é a única forma de se encontrar.

"Todo dia ela chega em casa
E se pergunta: O que é que eu tô fazendo aqui?
Todo dia chega do trabalho
Olha pro lado sem saber pra onde ir”

Todos os dias ao sair na rua me encontro totalmente espavorido e amedrontado, inerte e inseguro com o que poderei encontrar ou me deparar. As vezes sinto vontade de chorar, correr e chorar como se não houvesse fim, as vezes penso em estar vivenciando o próprio inferno em estado. O que significa tudo isso?
Eu só me imagino em um final feliz mas não exatamente aqueles dos filmes, imagino amor entre as pessoas, uma terra de adoração ou um espaço livre de criação e arte. Imagino pessoas amando pessoas, lagoas e praias, danças típicas, cachoeiras e luais, roupas bordadas e boas energias. Imagino um pai ensinando o filho a nadar, ao invés de ensiná-lo como explorar o próximo ou como julgar a aparência física de outra pessoa, imagino um mundo sem obrigações onde tudo é feito por gosto e prazer, um mundo onde a boa vontade e a alegria tomam espaço, extinguindo totalmente a raiva e o ódio, imagino o mundo que estava programado para ter sido, imagino nada mais do que o mundo que estava pré determinado, antes “deles” alterarem o roteiro, tudo por individualismo e ego.

"Mas nada vai conseguir mudar o que ficou
Quando penso em alguém só penso em você
E aí, então, estamos bem”

Eu sempre tive um sonho: prezar o amor entre amigos e familiares, apesar de não identificar muito bem o significado do amor e o que isso tudo representa na nossa vida. Sinto que parte do que eu preciso não está aqui, por mais que “eles” estejam comigo e por mais que eu tenha tudo o que queira, ainda assim não me sinto completo.

"Se meus joelhos
Não doessem mais
Diante de um bom motivo
Que me traga fé
Que me traga fé”

Posted 5 January 2014, 6 months ago · 1 note · Reblog


Esqueça que eu existo se isto lhe trouxer boas lembranças.

Esqueça que eu existo se isto lhe trouxer boas lembranças.

(Source: eumechamoantonio)

Posted 25 December 2013, 7 months ago · 2,815 notes · Reblog
originally eumechamoantonio · via: antigapoetisa

Pouco a pouco você vai perdendo o encanto que tem pelas pessoas. Dia após dia, você olha e olha de novo, daí começa a ver quem realmente são. Todo aquele brilho, todo aquela beleza se vai, como a água suja desce no ralo da pia, só então você percebe que o carinho na verdade era um interesse, que os segredos não passavam de embuste, e que o querer bem nunca existiu. Você se percebe apenas como uma companhia para diminuir a solidão, o mesmo tempo que serve para aumentar seu ego desmedido. É, mas a vida passa, o tempo ensina que ninguém é insubstituível. Que tudo na vida é uma questão de ângulo de visão. E hoje eu digo: quem me perde, perde o luxo e o prazer de ter na vida alguém tão ilustre e único como eu. Só digo isso.
Gabito Nunes.    (via aprendizdepoeta)

(Source: verborragias)

Posted 25 December 2013, 7 months ago · 21,910 notes · Reblog
originally verborragias · via: aprendizdepoeta